A metástase é definida quando uma célula cancerígena invade a corrente sanguínea ou os vasos linfáticos e se movimenta para outros órgãos. Quando atinge os ossos e se proliferam, forma-se a chamada metástase óssea, sendo a coluna, crânio, as costelas, o quadril ou os ombros as partes do esqueleto mais afetadas pelo problema.

Este tipo de metástase é um dos tumores mais comuns de serem diagnosticados, na maioria em pessoas acima dos 40 anos. Existem episódios em que esses pacientes já são acompanhados por outros especialistas e acabam descobrindo essas lesões no corpo. Em outras situações, é o ortopedista que faz o diagnóstico do câncer, após algumas queixas específicas, sendo capaz de dizer se a metástase é na mama, na próstata, no rim, no pulmão ou na tireoide.

Quando detectadas, elas podem ser tratadas com quimioterapia, radioterapia e cirurgias. Tudo vai depender do caso de cada paciente, que inclusive deverá contar com o suporte de profissionais multidisciplinares para um tratamento completo da patologia. 

Além disso, as metástases ósseas podem causar o enfraquecimento dos ossos, gerando dor e favorecendo as fraturas patológicas, consideradas devastadoras para o tratamento do paciente oncológico.

Os ossos enfraquecidos pelas metástases podem fraturar por uma queda ou lesão, mas também podem ocorrer em atividades cotidianas. Muitas vezes, a fratura é o primeiro sinal de que há metástase óssea.

A cirurgia de fixação profilática, que é caracterizada pela inserção de uma haste metálica, que pode ser de aço ou titânio no interior do osso é capaz de evitar a sua quebra e amenizar dores, tornando assim, a possível qualidade de vida e sobrevida das pessoas com esse tipo de doença.